no pondo mais alto, irmãos se encontram.
terça-feira, 29 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Um projeto de vida
17 Noites sem dormir = Menos 20 dias de vida.
96 páginas escritas em 6 messes = 17 noites sem dormir.
Menos 20 dias de vida = Um projeto de Pesquisa.
Publicar internacionalmente este projeto = Não tem preço.
96 páginas escritas em 6 messes = 17 noites sem dormir.
Menos 20 dias de vida = Um projeto de Pesquisa.
Publicar internacionalmente este projeto = Não tem preço.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Vamos refletir
DEUS CRIOU UM AMBIENTE RICO E SAUDÁVEL
PARA OS SERES DESFRUTAR
POREM ESTÁ SENDO DESTRUÍDO
POR NÃO SABERMOS CUIDAR
O EFEITO ESTUFA NA CAMADA DE OZÔNIO
RIOS CONTAMINADOS E O AR
A NATUREZA ESTÁ GEMENDO
REAGINDO E O POVO SOFRENDO
É HORA DE NOS DESPERTAR
MAS NEM TUDO ESTÁ PERDIDO
O AR NÃO ESTÁ TODO POLUÍDO
NEM TODA ÁGUA CONTAMINADA
AINDA TEMOS SOLO FÉRTIL NO BRASIL
QUE PRODUZEM MUITO BEM
ESTA REALIDADE EM OUTROS PAÍSES
É PARCIALMENTE TAMBÉM
E NOSSAS MATAS AMAZÔNICAS
PULMÃO DO MUNDO CONSIDERADO
O OXIGÊNIO QUE ELA PRODUZ SOBE PARA ATMOSFERA
E DISTRIBUI AOS NECESSITADOS
OUTRA COISA SABEMOS TAMBÉM
A POLUIÇÃO QUE OUTROS PAÍSES E REGIÕES COMETEM
ATINGE TODO GLOBO TERRESTRE
E A VIDA DE TODOS OS SERES COMPROMETEM
ALERTA AINDA É TEMPO
VAMOS REFLORESTAR
PRESERVAR AS MATAS QUE AINDA TEMOS
NÃO DERRUBAR NÃO QUEIMAR
NÃO JOGAR LIXO NOS RIOS
NEM ESGOTOS SEM QUE PRIMEIRO TRATAR
CUIDAR DOS OCEANOS E AFLUENTES
E DAS MATAS CILIARES
COLOCAR FILTROS NOS CHAMINÉS DAS FÁBRICAS
E NOS ESCAPAMENTOS DOS CARROS E IMPLEMENTOS
OS PROBLEMAS SÃO LOCAIS
MAS ATINGE GLOBALMENTE
PORTANTO É RESPONSABILIDADE DE TODOS
CUIDAR DO MEIO AMBIENTE
SE CADA UM FAZER SUA PARTE
EVITANDO AS AGRESSÕES
FELICIDADE NO PRESENTE
E NAS PRÓXIMAS GERAÇÕES
QUER SER FELIZ E CONTENTE.
PRESERVE O MEIO AMBIENTE!
PARA OS SERES DESFRUTAR
POREM ESTÁ SENDO DESTRUÍDO
POR NÃO SABERMOS CUIDAR
O EFEITO ESTUFA NA CAMADA DE OZÔNIO
RIOS CONTAMINADOS E O AR
A NATUREZA ESTÁ GEMENDO
REAGINDO E O POVO SOFRENDO
É HORA DE NOS DESPERTAR
MAS NEM TUDO ESTÁ PERDIDO
O AR NÃO ESTÁ TODO POLUÍDO
NEM TODA ÁGUA CONTAMINADA
AINDA TEMOS SOLO FÉRTIL NO BRASIL
QUE PRODUZEM MUITO BEM
ESTA REALIDADE EM OUTROS PAÍSES
É PARCIALMENTE TAMBÉM
E NOSSAS MATAS AMAZÔNICAS
PULMÃO DO MUNDO CONSIDERADO
O OXIGÊNIO QUE ELA PRODUZ SOBE PARA ATMOSFERA
E DISTRIBUI AOS NECESSITADOS
OUTRA COISA SABEMOS TAMBÉM
A POLUIÇÃO QUE OUTROS PAÍSES E REGIÕES COMETEM
ATINGE TODO GLOBO TERRESTRE
E A VIDA DE TODOS OS SERES COMPROMETEM
ALERTA AINDA É TEMPO
VAMOS REFLORESTAR
PRESERVAR AS MATAS QUE AINDA TEMOS
NÃO DERRUBAR NÃO QUEIMAR
NÃO JOGAR LIXO NOS RIOS
NEM ESGOTOS SEM QUE PRIMEIRO TRATAR
CUIDAR DOS OCEANOS E AFLUENTES
E DAS MATAS CILIARES
COLOCAR FILTROS NOS CHAMINÉS DAS FÁBRICAS
E NOS ESCAPAMENTOS DOS CARROS E IMPLEMENTOS
OS PROBLEMAS SÃO LOCAIS
MAS ATINGE GLOBALMENTE
PORTANTO É RESPONSABILIDADE DE TODOS
CUIDAR DO MEIO AMBIENTE
SE CADA UM FAZER SUA PARTE
EVITANDO AS AGRESSÕES
FELICIDADE NO PRESENTE
E NAS PRÓXIMAS GERAÇÕES
QUER SER FELIZ E CONTENTE.
PRESERVE O MEIO AMBIENTE!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Dia Mundial do Escoteiro.
Do alto monte a declarar o que faço com amor, vou servir ao escotismo, demonstrando deste valor, e quem não acreditou ao batalhou para vender, a missão de minha vida é lutar até morrer. Obrigado GESFA - Grupo Escoteiro São Francisco de Assis.
Com você minha vida ganhou um sentido “SERVIR AO PRÓXIMO” e este amor que eu dedico a todos os meus irmão no Dia Mundial do Escoteiro.
Baden-Powell Obrigado por tornar este sonho possível.
Com você minha vida ganhou um sentido “SERVIR AO PRÓXIMO” e este amor que eu dedico a todos os meus irmão no Dia Mundial do Escoteiro.
Baden-Powell Obrigado por tornar este sonho possível.
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Capitulo 6: Nada de Novo no Front
Da realidade a minha história.
O livro "Nada de Novo no Front" viria a ser um dos maiores romances anti-guerra da história e a obra máxima de Erich Maria Remarque. Nesse livro ele narra à desventura dos soldados e de toda a geração que participou da Primeira Guerra Mundial. Baseado nos seus próprios diários enquanto combatente, "Nada de Novo no Front" usa a ficção para representar a realidade daqueles tenebrosos dias com extremo detalhismo e uma minúcia digna de quem viveu e viu todos os horrores protagonizados por uma sociedade dita civilizada e evoluída.
Esta sociedade que através de um esforço mínimo protagonizou uma das maiores ações humanitárias da história humana, que mesmo com a demora, chegou. Com o tempo eu percebi que a derrota contra a burrice na verdade era o maior sinal de desespero por fome e sede de vida.
Quando eu escolhi este titulo eu estava pensando em escrever sobre os dias em que eu fiquei na base brasileira e o marasmo que minha vida se tornou por dois dias, mas, mudei de idéia vou passar direto para o dia seguinte e um novo rumo em minha viagem. Desta vez acompanhado de uma multidão e ao mesmo tempo da solidão.
A busca por trabalho.
Eu já estava realmente longe de Porto Príncipe e não havia a possibilidade de retorno então optei por uma nova perspectiva, não gostaria de visualizar as mesmas imagens de sofrimento e caos. Pude verificar ainda na Hospital Base que havia um posto de comando Mexicano Digner, onde grande parte dos recursos internacionais seriam distribuídos.
O ônibus mágico
Um ônibus muito simpático, colorido e com uma superlotação evidente passou por mim fiz questão de pará-lo, perguntei se poderia me unir a eles e em troca da minha passagem passaria a viagem auxiliando e trabalhando. O resultado?
O ônibus mágico desapareceu como em um passe de mágica.
Próximo Capítulo: “Um pôr-do-sol em Dleudon”.
O livro "Nada de Novo no Front" viria a ser um dos maiores romances anti-guerra da história e a obra máxima de Erich Maria Remarque. Nesse livro ele narra à desventura dos soldados e de toda a geração que participou da Primeira Guerra Mundial. Baseado nos seus próprios diários enquanto combatente, "Nada de Novo no Front" usa a ficção para representar a realidade daqueles tenebrosos dias com extremo detalhismo e uma minúcia digna de quem viveu e viu todos os horrores protagonizados por uma sociedade dita civilizada e evoluída.
Esta sociedade que através de um esforço mínimo protagonizou uma das maiores ações humanitárias da história humana, que mesmo com a demora, chegou. Com o tempo eu percebi que a derrota contra a burrice na verdade era o maior sinal de desespero por fome e sede de vida.
Quando eu escolhi este titulo eu estava pensando em escrever sobre os dias em que eu fiquei na base brasileira e o marasmo que minha vida se tornou por dois dias, mas, mudei de idéia vou passar direto para o dia seguinte e um novo rumo em minha viagem. Desta vez acompanhado de uma multidão e ao mesmo tempo da solidão.
A busca por trabalho.
Eu já estava realmente longe de Porto Príncipe e não havia a possibilidade de retorno então optei por uma nova perspectiva, não gostaria de visualizar as mesmas imagens de sofrimento e caos. Pude verificar ainda na Hospital Base que havia um posto de comando Mexicano Digner, onde grande parte dos recursos internacionais seriam distribuídos.
O ônibus mágico
Um ônibus muito simpático, colorido e com uma superlotação evidente passou por mim fiz questão de pará-lo, perguntei se poderia me unir a eles e em troca da minha passagem passaria a viagem auxiliando e trabalhando. O resultado?
O ônibus mágico desapareceu como em um passe de mágica.
Próximo Capítulo: “Um pôr-do-sol em Dleudon”.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Capitulo 5.2: O meu resgate parte 2
Quando cheguei ao topo do acampamento peguei o maior numero de equipamentos possíveis e junto com minha manada humana retornei ao local do resgate.
Quando você se coloca em uma situação de risco, também se coloca em xeque com algumas escolhas. Como eu era o único no local que poderia coordenar a situação com segurança não pude executar algumas tarefas de alto risco como entrar nas ruínas do prédio, subir ao que seria o quarto andar e fazer a fundição do cabo, este ponto pra quem entende de rapel ou jump, sabe que é a parte mais difícil e mais importante ao mesmo tempo.
Quando já havia idealizado o melhor caminho e a suposta melhor viga, conduzi um voluntário para fazer o meu trabalho.
Covarde? Acho que não. Gosto de pensar que fui realista. Acabara de correr uma distância razoável.
Impossibilitado de fazer minha primeira ideia, optei por fazer uma corrente em laço que me possibilitaria instalar duas roldanas que reduziriam o peso. Na viga que estava junto ao Ricardo preparei uma corrente em formato de “8” onde somente o lado direito foi tracionado.
A mágica acontece e a Morte chega perto.
Muitas vezes eu brinco e digo aos meus amigos que sou muito azarado. Neste dia a sorte estava do meu lado. Com a ajuda de outra corda que foi emendada, a viga foi levantada em uns cinco centímetros e muitos gritos de força e dor. A equipe de resgate retirou mais um homem sem pátria de suas ruínas.
Um grande problema, uma viga partida e uma vida quase rompida. Eu já cheguei muito perto da morte por algumas vezes, mas, esta foi especial a viga que estava no plano elevado se partiu derrubando a vida que estava em parte suspensa e caindo a um nariz de distância do meu próprio nariz.
O resultado:
Ricardo e eu fomos encaminhados para o Hospital de campana Brasileiro. Ele com duas faturas graves na parte inferior do corpo e eu pela primeira vez vi um osso que pertencia ao meu corpo. Ainda tenho a cicatriz do dedo mindinho.
Próximo capítulo: "Nada de Novo no Front"




